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O Quadro Comum Europeu de Línguas e a Libras: reflexões sobre formação linguística no Exército Brasileiro
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Friday, 05 June 2026
CompartilharA formação linguística sempre ocupou lugar estratégico no Exército Brasileiro. Ao longo do tempo, a Instituição consolidou sistemas de ensino, avaliação e reconhecimento de competências em idiomas orais-auditivos, especialmente em função de missões internacionais, aditâncias, cursos no exterior, cooperação com forças estrangeiras e representação institucional. O domínio linguístico, nesse contexto, é compreendido não apenas como conhecimento cultural, mas como ferramenta operacional e diplomática.Entretanto, quando o foco se desloca para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), observa-se uma lacuna institucional relevante (Anjos, 2023). Apesar de a Libras ser reconhecida legalmente como língua oficial das comunidades surdas no Brasil (Brasil, 2002), sua presença no âmbito das Forças Armadas ainda ocorre de forma pontual, fragmentada e sem sistematização. Não há, por exemplo, um cadastro institucional de militares com proficiência em Libras, nem critérios formais de formação, ...
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Com a criação do atual Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES), em meados do século XIX, ...
Uso de Libras para acessibilidade de surdos na Força Terrestre