2°Sgt Furlan 2 Anos atrás - Editado A interface entre teoria e prática revela uma clássica relação dialética, sobretudo de estilo pós-hegeliano. Ao suplantar a simples coerência linear, tornam-se opostos interdependentes. Não por acaso, a etimologia da palavra militância deriva da junção do verbo militar, do latim "militare" ("ser soldado"), e do sufixo -ância, que significa ação ou o resultado dessa ação. Contudo, toda militância é precedida por um ideário, cuja fonte é eminentemente teórica. Portanto, em qualquer âmbito, sistemas de ações e teóricos estão interligados teleologicamente. Nesse sentido, é salutar que, mesmo no plano tático ou operacional, a atuação militar seja balizada por um sólido cabedal teórico-conceitual, envolvendo especialistas (acadêmicos e militares) na formatação doutrinária. Responder Responda como... Cancelar
FRANCISCO DE 2 Anos atrás - Editado Há de se encontrar o equilíbrio entre os "bacharéis" e os "tarimbeiros" para que se encontre as soluções práticas para os problemas atuais da Força. Nada substitui a prática nas atividades militares, entretanto, é necessária a teoria de pensadores experimentados na guerra para aplicação ou adaptação nas atividades militares. Responder Responda como... Cancelar
Camila 2 Anos atrás - Editado O artigo não nega, em momento algum, a importância da teoria, pois teorias bem adequadas também compõem o sentido pragmático. Em termos específicos, voltados à pós-graduação, o artigo ressalta a maior importância das ideias, tanto teóricas quanto práticas, em relação à metodologia acadêmica, em si, desprovida de valor. Responder Responda como... Cancelar
2ºSgt Boaventura 2 Anos atrás - Editado Artigo confuso. Não está clara a posição que ele defende. Destaca a diferença entre homens de pensamento e homens de ação, para dizer que aos últimos o mais importante são as ideias. Mas estas estão no campo do pensamento! Não seriam as ideias que seriam instrumentos ("técnica") da ação ("gema")? Além disso, desvaloriza a metodologia, como se as ideias fossem puras abstrações do pensamento que pudessem surgir do ar. A metodologia serve à produção do conhecimento verdadeiro. Ambas estão na mesma esfera, a do pensamento. Penso que a excessiva valoração do idealismo (campo epistemológico no qual o artigo se inclui, apesar da crítica ao final) está associada à filosofia. A ciência, que é materialista, não valoriza tanto as ideias, como se estas fossem simples produtos de mentes geniais, como valoriza o trabalho técnico e cotidiano de produção do conhecimento através do método adequado. A ciência é que, de pouco em pouco, fará avançar a Força, assim como as demais instituições nacionais, e não ideias geniais. Responder Responda como... Cancelar
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