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Amazônia Protegida

Publicado: Sexta, 10 de Julho de 2015, 11h03 | Última atualização em Quinta, 16 de Julho de 2015, 13h39 | Acessos: 7609

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O Projeto Estratégico Estruturante Amazônia Protegida é um portfólio de projetos e de ações estratégicas orientadas para a preservação da soberania brasileira sobre a sua região amazônica, tendo a defesa, o desenvolvimento sustentável, a paz social e a preservação ambiental como eixos estruturantes.

O Projeto tem por objetivo a implantação, construção, reorganização, transformação e rearticulação de Organizações Militares (OM) e de Pelotões Especiais de Fronteira (PEF). Também visa a adequação da infraestrutura, a revitalização dos PEF e das OM já existentes, e a implantação de ações que tragam o bem-estar social e a qualidade de vida à família militar e às comunidades do entorno.

EBlog: Com quais recursos o projeto contará para a sua implantação?

Estado-Maior do Exército (EME): Contará principalmente com os recursos alocados ao Programa Calha Norte.

EBlog: Para quando está prevista a conclusão do projeto?

EME: A conclusão está prevista para o ano de 2022, se os recursos forem liberados de acordo com o planejamento ideal do projeto.

EBlog: Quais são as principais entregas do projeto?

EME: O projeto está na fase de implantação e já conta com algumas ações na área do Comando Militar da Amazônia e do Comando Militar do Norte, recentemente ativado. Na área do Comando Militar do Norte, a própria implantação deste comando na cidade de Belém e a futura implantação de uma Brigada na Foz do Amazonas, em Macapá, caracterizando ações relevantes em andamento. Na área do Comando Militar da Amazônia, está em curso a revitalização gradual de todos os Pelotões Especiais de Fronteira existentes.

EBlog: Quais são os principais resultados para o País?

EME: A transversalidade de ações do projeto com os outros projetos estratégicos do Exército, o SISFRON e o PROTEGER, trará benefícios como a geração de empregos e incentivos ao desenvolvimento de atividades econômicas sustentáveis nas comunidades isoladas e a melhoria da Segurança do País, com uma maior ação do Estado na faixa de fronteira. Outro aspecto fundamental é que a infraestrutura criada, na faixa de fronteira, permitirá um incremento das operações interagências, ampliando o combate aos crimes e delitos transfronteiriços.

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