Praças do Exército valorizam o autoaperfeiçoamento

Após a Idade Média, a atividade militar passou a exigir a profissionalização de seus integrantes. Com isso, o termo "praça" passou a designar os efetivos permanentes das guarnições das praças de guerra. Essa definição é encontrada facilmente ao se realizar rápida pesquisa na Internet. Atualmente, no Brasil, praça é a classe militar constituída, no Exército Brasileiro, pelos aspirantes a oficial (praça especial), subtenentes, sargentos, cabos e soldados.

Após a formação inicial, as praças frequentam estágios e cursos disponibilizados pelo Exército e por Forças Amigas, que qualificam esses militares ao exercício de funções nas áreas administrativa, operacional e técnica. Contudo, eles vão além: a necessidade de aprender, a motivação, a vocação profissional e outras características pessoais são fatores relevantes, que influenciam a crescente busca pelo conhecimento.

Essa necessidade está relacionada, normalmente, à função e à aptidão para as tarefas executadas no dia a dia. Nesse contexto, não é raro ver militares altamente especializados, alguns, inclusive, com mestrado e doutorado. A maioria alcança êxito por meio de enorme esforço pessoal: sacrifício de horas de lazer, privação do convívio familiar, concomitância das atividades funcionais e considerável gasto financeiro.

O reconhecimento desse sacrifício está na excelência do desempenho das funções e no assessoramento eficiente aos superiores. Confúcio, pensador e filósofo chinês, corrobora a assertiva: "A essência do conhecimento consiste em aplicá-lo, uma vez possuído".

Na valorização do mérito, a política de pessoal do Exército quantificará as praças, especificamente os subtenentes que possuem curso superior. Essa conquista é desejada há vários anos por esse segmento. É muito importante tal valorização tanto para a satisfação pessoal quanto para o benefício profissional, pois serve de incentivo a quem já está na carreira e aos que ingressarão nas fileiras do Exército, pois mantém todos no caminho da busca pela perfeição nas atividades profissionais.

Outra qualificação que merece destaque é a habilitação em idiomas. Não é raro encontrar, atualmente, praças fluentes em mais de uma língua. Essa habilidade específica demanda igual esforço, dedicação e tempo. Mais uma vez, visando incentivar as praças, o Exército tem tornado públicas as missões no exterior e os requisitos para a seleção.

Por fim, as praças são dedicadas e focadas na execução e na solução de problemas, sendo que a busca pela qualificação é processo natural. Desse modo, esses militares, uma vez qualificados, tornam-se ainda mais importantes e imprescindíveis para a instituição Exército Brasileiro.

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Comentários 11

Visitantes - Irapuan Ramos em Segunda, 23 Outubro 2017 19:44

Belíssimo texto. Fonte de entusiasmo e inspiração. Exemplo para o Exército de hoje, ontem e de sempre. A busca pelo autoaperfeiçoamento tem sido o alvo de muitos militares e a caserna tem se importado muito como isto. O Portal de Educação à Distância e o incentivo a cultura disponibilizado em nosso meio alavancou a busco pelo conhecimento e o aperfeiçoamento dos "milicos". Aqui na Base de Administração e Apoio do Ibirapuera/SPO, temos um pequeno acervo literário e se depender de mim e outros militares interessados vamos potencializar ainda mais a busca pelo saber dos nossos colegas.

Belíssimo texto. Fonte de entusiasmo e inspiração. Exemplo para o Exército de hoje, ontem e de sempre. A busca pelo autoaperfeiçoamento tem sido o alvo de muitos militares e a caserna tem se importado muito como isto. O Portal de Educação à Distância e o incentivo a cultura disponibilizado em nosso meio alavancou a busco pelo conhecimento e o aperfeiçoamento dos "milicos". Aqui na Base de Administração e Apoio do Ibirapuera/SPO, temos um pequeno acervo literário e se depender de mim e outros militares interessados vamos potencializar ainda mais a busca pelo saber dos nossos colegas.
Visitantes - Jose em Sexta, 13 Outubro 2017 19:17

Parabéns Sargento André Hilton, exemplo e reconhecimento. Estamos juntos nessa , baita texto!
Sarg Jose Neto
Galileu

Parabéns Sargento André Hilton, exemplo e reconhecimento. Estamos juntos nessa , baita texto! Sarg Jose Neto [url=http://galileuon.com.br]Galileu[/url]
Visitantes - St Alex em Quinta, 12 Outubro 2017 10:09

Parabens pelo texto Hilton, oportuno e motivador!!!

Parabens pelo texto Hilton, oportuno e motivador!!!
Visitantes - Renato Mendonça em Sábado, 07 Outubro 2017 08:57

Parabéns, André!!!!!! E também ao Visitante Martins pelo conhecimento e divulgação!

Parabéns, André!!!!!! E também ao Visitante Martins pelo conhecimento e divulgação!
Visitantes - Cristina Leite em Sexta, 06 Outubro 2017 11:17

Apliquem esse conhecimento adquirido logo e acabem de uma vez com esses comunistas no poder...a nação definha!!!
As instituições faliram!!!
Pedimos a intervenção militar por 50 anos ou mais....oque esses vermes fizeram com o país foi muito grave!!!

Apliquem esse conhecimento adquirido logo e acabem de uma vez com esses comunistas no poder...a nação definha!!! As instituições faliram!!! Pedimos a intervenção militar por 50 anos ou mais....oque esses vermes fizeram com o país foi muito grave!!!
Visitantes - Odair em Quarta, 04 Outubro 2017 19:16

“O conhecimento liberta”, alguém disse isso, e no meio militar isso não é diferente e ainda tem um alcance maior, ele conforta e acrescenta discernimento e ânimo ao soldado que por diversas vezes tem que esperar pela sua vez. As vitórias obtidas no meio acadêmico civil, um bom grau alcançado, um paper seu elogiado por um professor doutor, de maneira verdadeira, revigora e faz bem para autoestima, acaba funcionando como um reforço a carapaça individual necessária para suportar os dissabores cotidianos. Sim, a busca pelo conhecimento é muito importante. Obrigado por nos recordar disso.

“O conhecimento liberta”, alguém disse isso, e no meio militar isso não é diferente e ainda tem um alcance maior, ele conforta e acrescenta discernimento e ânimo ao soldado que por diversas vezes tem que esperar pela sua vez. As vitórias obtidas no meio acadêmico civil, um bom grau alcançado, um paper seu elogiado por um professor doutor, de maneira verdadeira, revigora e faz bem para autoestima, acaba funcionando como um reforço a carapaça individual necessária para suportar os dissabores cotidianos. Sim, a busca pelo conhecimento é muito importante. Obrigado por nos recordar disso.
Visitantes - CARLOS SOARES em Quarta, 04 Outubro 2017 16:52

Parabéns pelo texto !
Excelente elucidação sobre a nossa carreira militar, especialmente no tocante a busca pelo auto aperfeiçoamento.

Parabéns pelo texto ! Excelente elucidação sobre a nossa carreira militar, especialmente no tocante a busca pelo auto aperfeiçoamento.
Visitantes - wagner joão elmyr em Segunda, 02 Outubro 2017 20:50

A população brasileira, aguarda a ajuda do seu braço forte e mão amiga....

A população brasileira, aguarda a ajuda do seu braço forte e mão amiga....
Visitantes - ST Paulo Souza em Segunda, 02 Outubro 2017 15:26

Excelente texto Hilton, certamente uma bela reflexão para todos nós.
Parabéns pela contribuição que estás nos oferecendo.
Tudo pela paz, Brasil!

Excelente texto Hilton, certamente uma bela reflexão para todos nós. Parabéns pela contribuição que estás nos oferecendo. Tudo pela paz, Brasil!
Visitantes - Borges em Segunda, 02 Outubro 2017 13:32

Parabéns pelo texto!

Parabéns pelo texto!
Visitantes - Martins em Segunda, 02 Outubro 2017 13:31

Parabéns pelo texto sargento André.
Infelizmente para os seguidores de ditadores truculentos e sanguinários o investimento em educação e cultura nas dependências armadas não constitui algo de valor e engrandecimento para um povo de bem e sua terra natal. A retórica mais rasteira que prevalece está no enunciado abaixo.
Antonio Gramsci – “É mais fácil formar um exército do que formar capitães.”
Nesse sentido, uma salva de palmas com as costas das mãos direita batendo na esquerda, para as celebridades: Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Randolfe Rodrigues, Miriam Leitão jornalista e Maria do Rosário. Vão ter papos oblíquos assim lá naquela Coreia, onde o povo come grama, mas o governo tem bomba nuclear. No Brasil não dá. Essa jornalista interiorana de Minas Gerais, onde nem na capital tinha noção direito do que se sucedia em 1964, ela devia estar com seus onze anos de idade naquele ano, causa espanto. Ela fala com tanta veemência contra o governo militar (ditadura segundo ela) que demais ingênuos de plantão até acreditam. Ela devia ser pelo menos razoável. Intelectuais e jornalistas bem mais velhos que ela e estiveram no "front" de verdade, contam suas histórias e admitem os próprios erros que cometeram. A democracia que tanto eles admiram está aí até hoje para servir de modelo. É só Visitar Cuba ou a Coreia e reciclar-se para ensinar ao Brasil como é que faz as coisas acontecerem, inclusive aprender expulsar americanos com aqueles sons misteriosos e a fabricar bombas nucleares às custas da fome da população. Quem diria, nos anos do regime militar a frase de provocação era: “Mais feijão e menos canhão”, hoje pode se observar que ambos estão de menos no Brasil por falta de capacidade de toda ordem para governar.

Parabéns pelo texto sargento André. Infelizmente para os seguidores de ditadores truculentos e sanguinários o investimento em educação e cultura nas dependências armadas não constitui algo de valor e engrandecimento para um povo de bem e sua terra natal. A retórica mais rasteira que prevalece está no enunciado abaixo. Antonio Gramsci – “É mais fácil formar um exército do que formar capitães.” Nesse sentido, uma salva de palmas com as costas das mãos direita batendo na esquerda, para as celebridades: Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Randolfe Rodrigues, Miriam Leitão jornalista e Maria do Rosário. Vão ter papos oblíquos assim lá naquela Coreia, onde o povo come grama, mas o governo tem bomba nuclear. No Brasil não dá. Essa jornalista interiorana de Minas Gerais, onde nem na capital tinha noção direito do que se sucedia em 1964, ela devia estar com seus onze anos de idade naquele ano, causa espanto. Ela fala com tanta veemência contra o governo militar (ditadura segundo ela) que demais ingênuos de plantão até acreditam. Ela devia ser pelo menos razoável. Intelectuais e jornalistas bem mais velhos que ela e estiveram no "front" de verdade, contam suas histórias e admitem os próprios erros que cometeram. A democracia que tanto eles admiram está aí até hoje para servir de modelo. É só Visitar Cuba ou a Coreia e reciclar-se para ensinar ao Brasil como é que faz as coisas acontecerem, inclusive aprender expulsar americanos com aqueles sons misteriosos e a fabricar bombas nucleares às custas da fome da população. Quem diria, nos anos do regime militar a frase de provocação era: “Mais feijão e menos canhão”, hoje pode se observar que ambos estão de menos no Brasil por falta de capacidade de toda ordem para governar.
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Domingo, 19 Novembro 2017

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