“Com o sacrifício da própria vida” ... Quando render-se não é uma opção

“Com o sacrifício da própria vida” ... Quando render-se não é uma opção

Todas as sociedades são constituídas por diferentes corporações profissionais que, não raro, reúnem homens e mulheres extremamente dedicados a seus ofícios, trabalhando com competência e de forma destacada. Existe, no entanto, uma profissão diferenciada, na qual seus integrantes, ao nela ingressarem, comprometem-se voluntariamente a doar, se necessário for, seu bem jurídico tutelado mais valioso: a própria vida. Apenas por esse aspecto singular, a profissão militar revela-se diferente de todas as demais. Ao serem incorporados às fileiras do Exército Brasileiro (EB), todos os homens e mulheres – soldados, sargentos e oficiais – prestam o compromisso de defender a Pátria “com o sacrifício da própria vida”.

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Visitantes — Marcelo Oliveira Lopes Serrano
Complementando o comentário anterior, cabe salientar que o grosso do esforço para retardar o avanço alemão e possibilitar o salvam... Leia Mais
Quarta, 31 Março 2021 18:14
Visitantes — MARCO ANTONIO DE MACEDO CARMINI
Sem desmerecer o brilhantismo e a oportunidade do texto em prol de um ideal que deve estar no peito de cada Brasileiro - "jamais r... Leia Mais
Terça, 30 Março 2021 16:59
Visitantes — Pedro Amaro Ramos Machado
Fico feliz em constatar que os integrantes do Exército dos dias atuais continuam com o mesmo espírito Patriótico que encontrei du... Leia Mais
Sexta, 26 Março 2021 22:53
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Pacificação e liderança: a ação de Caxias nas Revoltas Liberais de 1842

Pacificação e liderança: a ação de Caxias nas Revoltas Liberais de 1842

O Marechal Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, viu sua carreira de chefe militar coroada por ocasião da Guerra da Tríplice Aliança, quando liderou a contraofensiva Aliada contra o Paraguai. No entanto, duas décadas antes, o chefe militar, recém-promovido ao generalato, já demonstrava sua capacidade de conduzir tropas em combate e seu domínio da arte da guerra ao debelar as duas revoltas deflagradas pelos liberais em 1842.

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Visitantes — Geraldo Antônio dos Santos
Artigos espetaculares e esclarecedores da historia de nossas forças armadas.... Leia Mais
Domingo, 16 Mai 2021 18:58
Visitantes — Lucas do Nascimento
Incrível artigo, a liderança de Caxias é incomparável, inteligência e destreza são características enraizadas na história de noss... Leia Mais
Quarta, 02 Setembro 2020 00:33
Visitantes — TC Maurício José
Parabéns pelo artigo Cel Daróz. Bom realizar um novo contato com o meu professor de História quando de minha preparação para o con... Leia Mais
Quinta, 27 Agosto 2020 22:07
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A Tomada de Montese – 75 anos

A Tomada de Montese – 75 anos

O dia era 22 de setembro de 1944; a bordo do navio “General Meigs, 5.239 homens, a maioria integrantes do 11º Regimento de Infantaria (11º RI), se espremem na viagem de 14 dias para a travessia do Atlântico, infestado de submarinos alemães. Assim inicia a epopeia do 11º RI na 2ª Guerra Mundial, tendo seu ápice em 14 de abril de 1945, com o ataque à cidade de Montese, o combate em que a FEB mais perdeu homens em um único dia.

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Visitantes — Everson
Excelente S Ten Felix! Parabéns pelo artigo.
Sexta, 24 Setembro 2021 07:14
Visitantes — lucas
belo artigo, ST Félix , a história dos pracinhas é lendária e de extrema importância para a nossa força.
Segunda, 04 Mai 2020 17:46
Visitantes — Raniery Franco
Excelente artigo ST Félix! Certamente a memória dos ex-pracinhas sempre estará viva em nossos corações!
Quarta, 22 Abril 2020 11:32
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Inteligência eficaz não pressupõe ausência de confronto

Inteligência eficaz não pressupõe ausência de confronto

“Os espiões são os personagens centrais de uma guerra. Sobre eles repousa a capacidade de movimentação de um exército” (SUN TZU).

A literatura e o cinema ajudaram a cristalizar a percepção de que a boa inteligência é aquela que se baseia essencialmente na espionagem. Autores como Tom Clancy, Ian Fleming e Frederick Forsyth eternizaram personagens dotados de múltiplas qualidades, requeridas tanto para trabalhos de campo quanto para análise de informações. No mundo real, sabemos que isso raramente funciona. Bons analistas são dotados de atributos cognitivos que não têm a ver com a arriscada tarefa de garimpar dados brutos cuja qualidade é diretamente proporcional à periculosidade do ambiente em que estão diluídos. É o trabalho de análise dos dados, por sua vez, que resulta no assessoramento preciso ao tomador de decisão. Mas para que esse auxílio possa existir, é necessário que os fragmentos de informação cheguem ao analista.

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Visitantes — Geraldo MM Quadros
O Brasil e a politica do Governantes atuais no processo de Democracia a Segurança Nacional. Vale lembra que diante do processo p... Leia Mais
Quinta, 22 Novembro 2018 00:32
Visitantes — José Marcos de Almeida Neves
Perfeita e realista a abordagem apresentada pelo Cel Cinelli. Da sabedoria popular: "não se fazem omeletes sem quebrar ovos." Cel ... Leia Mais
Segunda, 05 Novembro 2018 15:06
Visitantes — Nilber José de Souza
Irretocável, de uma clareza a toda prova. Parabéns!
Quarta, 10 Outubro 2018 17:14
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