Carlos Daróz, Coronel de Artilharia R1, é doutorando em História Social pela Universidade Federal Fluminense, possui mestrado em História pela Universidade Salgado de Oliveira e mestrado em Operações Militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, além de especialização em História Militar pela Universidade Federal do Estado do Rio de...

Carlos Daróz, Coronel de Artilharia R1, é doutorando em História Social pela Universidade Federal Fluminense, possui mestrado em História pela Universidade Salgado de Oliveira e mestrado em Operações Militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, além de especialização em História Militar pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Professor do curso de pós-graduação em História Militar da Universidade do Sul de Santa Catarina. É professor visitante do Instituto Universitário Militar de Portugal, da Academia da Força Aérea dos EUA e do Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais de Cabo Verde. Desenvolveu pesquisas junto ao Service Historique de la Défense e ao Musée de l´Armée, de Paris. Autor dos livros Um céu cinzento: a aviação na Revolução de 1932, A guerra do açúcar: as invasões holandesas no Brasil, O Brasil na Primeira Guerra Mundial: a longa travessia, Bruxas da Noite: as aviadoras soviéticas na Segunda Guerra Mundial, Intervenção: a reestruturação da segurança pública no estado do Rio de Janeiro, História do Brasil nas duas guerras mundiais e Aviatrix: a saga das mulheres que ousaram desafiar o céu. Atualmente é pesquisador-chefe da Seção de Memória Institucional do Centro de Estudos e Pesquisas de História Militar da Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército.

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Maria Quitéria e as Mulheres Guerreiras

Historicamente, os conflitos bélicos têm sido considerados um negócio de homens. A guerra, no entanto, trata-se de um fenômeno social, cultural e político, inerente à atividade humana, independente de gênero. Desde a Antiguidade, as mulheres desempenharam, em maior ou menor grau, dependendo da cultura ou da época, um papel de relevo na guerra. Divindades femininas, cujas origens antecedem os registros históricos, estão presentes nas culturas mais antigas, muitas vezes retratadas como guerreiras.  Por volta do século VIII a.C., as míticas Amazonas, mulheres guerreiras, já eram dignas de registro.  Governadas por uma rainha e não admitindo homens em sua cidade, senão como servos, elas descendiam do deus da guerra Ares e da ninfa Harmonia, razão pela qual suas predileções incluíam a guerra e a caça. De acordo com Heródoto, habitavam a região do Ponto (atual Turquia), perto da costa do Mar Euxino (Mar Negro). As Amazonas tinham grande veneração à deusa Ártemis, identificada mitologicamente com a caça.

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Pacificação e liderança: a ação de Caxias nas Revoltas Liberais de 1842

O Marechal Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, viu sua carreira de chefe militar coroada por ocasião da Guerra da Tríplice Aliança, quando liderou a contraofensiva Aliada contra o Paraguai. No entanto, duas décadas antes, o chefe militar, recém-promovido ao generalato, já demonstrava sua capacidade de conduzir tropas em combate e seu domínio da arte da guerra ao debelar as duas revoltas deflagradas pelos liberais em 1842.

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Comentários Recentes
Visitantes — Lucas do Nascimento
Incrível artigo, a liderança de Caxias é incomparável, inteligência e destreza são características enraizadas na história de noss... Leia Mais
Quarta, 02 Setembro 2020 00:33
Visitantes — TC Maurício José
Parabéns pelo artigo Cel Daróz. Bom realizar um novo contato com o meu professor de História quando de minha preparação para o con... Leia Mais
Quinta, 27 Agosto 2020 22:07
Visitantes — Wagner campos
VEJO O QUANTO É IMPORTANTE À AÇÃO DO EXÉRCITO BRASILEIRO PARA MANTER A NOSSA SOBERANIA A LEI E A ORDEM ISSO É DE SUMA IMPORTÂNCIA ... Leia Mais
Quarta, 26 Agosto 2020 13:12
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