Cel Alessandro Visacro, graduado pela turma de 1991 da Academia Militar das Agulhas Negras, possui Curso de Infantaria da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (1999); Curso de Altos Estudos Militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (2008-2009); Curso Básico Paraquedista; Curso de Mestre de Salto Paraquedista; Curso de Ações de Comandos; e Curso de Forças Especiais. Foi Comandante da 3ª Companhia de Forças Especiais (Manaus - AM); Comandante do 1º Batalhão de Forças Especiais (Goiânia - GO); e Oficial de operações do 2º Batalhão de Força de Paz do 17º contingente brasileiro no Haiti (Porto Príncipe). Trabalhos publicados: Guerra Irregular: terrorismo, guerrilha e movimentos de resistência ao longo da história, São Paulo: Editora Contexto, 2009; Lawrence da Arábia. São Paulo: Editora Contexto, 2010; Por que forças especiais. Kansas: Military Review, 2001; Jihad e Contrainsurgência: concepções distintas da guerra psicológica. Kansas: Military Review, 2010;O Desafio da Transformação. Kansas: Military Review, 2011.

Anomia, Barbárie e Direitos Humanos

O conjunto de causas da grave crise de violência que convulsiona a sociedade nacional constitui um mosaico intrincado e complexo de fatores sociais, políticos e econômicos. Alguns desses fatores são endógenos, outros, exógenos. Mas, sua motivação primária resulta do preocupante quadro de desarranjo social denominado anomia.Segundo Jessica Coracini,...
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Por que transformar o Exército?

Muito embora seja incontestável a subordinação da guerra à política, na estrita acepção de Clausewitz, limitar seu entendimento apenas a essa relação de subordinação obscurece o fato de que, antes de ser um fenômeno político, a guerra é também um fenômeno social. Essa assertiva, aparentemente trivial, leva-nos à conclusão de que transformações na conduta da guerra são, antes de tudo, decorrentes de transformações sociais.

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