A LAAD Defence & Security, maior e mais importante Feira Internacional de Defesa e Segurança da América Latina

O Exército Brasileiro, alinhado à Estratégia Nacional de Defesa (END), tem buscado a modernização das suas estruturas, contribuindo com o crescimento da indústria nacional de defesa e permitindo que os recursos humanos estejam mais bem preparados, em função do acesso às tecnologias mais avançadas sob domínio nacional.

Nesse contexto, fundamentado em um autodiagnóstico, o Exército Brasileiro constatou a necessidade de acompanhar a rápida evolução da estatura político-estratégica no Brasil e no mundo, canalizando recursos para um processo bem mais amplo de mudanças: a Transformação – Pilar Estratégico das ações a serem executadas.

Consequentemente, a sistemática aplicada à estratégia para enfrentar os desafios do século XXI evidenciou os caminhos que a Instituição deverá seguir para concretizar sua missão e visão de futuro.

A sociedade brasileira exige que o Exército esteja em permanente estado de prontidão. Para isso, a Força Terrestre deve, por meio de um preparo constante, manter um alto grau de operacionalidade, que requer o emprego de produtos de defesa tecnologicamente avançados, profissionais altamente capacitados e motivados, contribuindo para a garantia da Soberania Nacional, dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, salvaguardando os interesses nacionais, cooperando com o desenvolvimento nacional e o bem-estar social, além de respaldar as decisões soberanas do Brasil no cenário internacional.

No corrente ano, seguimos transformando o Exército Brasileiro com os ajustes imprescindíveis ao momento, preservados pela implantação do Portfólio Estratégico do Exército, intitulado Braço Forte – Mão Amiga, constituído pelos Subportfólios Geração de Força, Dimensão Humana e Defesa da Sociedade. Esse último, por sua vez, é integrado por sete Programas, indutores das nossas capacidades, dotados de elevada tecnologia e valor agregado: ASTROS 2020, Defesa Cibernética, Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteira (SISFRON), Aviação do Exército, Defesa Antiaérea, PROTEGER e GUARANI.

A LAAD Defence & Security, maior e mais importante Feira Internacional de Defesa e Segurança da América Latina, reúne empresas brasileiras e internacionais especializadas no fornecimento de equipamentos, serviços e tecnologia para as Forças Armadas. A realização da 11ª edição da LAAD permite, ainda, o prosseguimento de debates sobre segurança e temas de defesa em alto nível, oportunizando a participação do governo e da sociedade nessa "grande estratégia".

Assim, a despeito da conjuntura econômica atual, a LAAD apresenta expressiva parcela da cadeia produtiva industrial, nacional e internacional, pois está qualificada pelas mais de 600 marcas expositoras, 30 pavilhões nacionais e 195 delegações oficiais. Venha conhecer as novidades do Exército Brasileiro na LAAD 2017.

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Comentários 3

Visitantes - Rafael Oliveira Silva em Quarta, 09 Agosto 2017 00:15

Navios de escolta deveriam ser analisado o uso de turbinas semelhante a de jetski substituir hélices antigas fará com que os mesmo motores porem muito mais manobrável e veloz, tenho pequena experiencia com mecânica de embarcações e poso garantir que instalando 2 ou 4 turbinas em uma corveta por exemplo deixaria ela 30% mais veloz . quando uma embarcação com leme faz curvas é muito mais lento que uma turbina empurrando toda a embarcação forcando uma curva muito brusca
de escoltas precisam urgente de turbinas poderosas

Navios de escolta deveriam ser analisado o uso de turbinas semelhante a de jetski substituir hélices antigas fará com que os mesmo motores porem muito mais manobrável e veloz, tenho pequena experiencia com mecânica de embarcações e poso garantir que instalando 2 ou 4 turbinas em uma corveta por exemplo deixaria ela 30% mais veloz . quando uma embarcação com leme faz curvas é muito mais lento que uma turbina empurrando toda a embarcação forcando uma curva muito brusca de escoltas precisam urgente de turbinas poderosas
Visitantes - Martins em Terça, 08 Agosto 2017 21:43

Senhor general, começo meu comentário fazendo uma alusiva reflexão sobre o seriado da globo, "Os dias eram assim". O pouco que consigo ver já é o suficiente para ter náuseas de tanto digerir hipocrisia e ficção tendenciosa no sentido de denegrir o regime militar que vivemos. Sugiro que se mude o nome para: "Os dias eRRam assim", que é os dias de hoje. Quando li o tema, Defesa e segurança da América Latina, pensei logo: o Brasil nunca foi e nunca será Bolivariano se assim o for teremos de mudar nosso idioma para espanhol. Esse embuste que se instalou em terras de Cabral, não tem absolutamente nada haver com a história de Simon Bolívar. Não sou ideólogo e nem partidário de nenhuma ideologia e até penso que esse fanatismo mundial só serviu a interesses escusos de muitos aproveitadores por vezes genocidas. E ainda continua servindo. Na minha visão do lado de fora do poder, vislumbro dias e dias de sofrimento nessa nossa imensa nau sem rumo. Essa briga de apátridas em prejuízo do povo humilde trabalhador, tem de ter fim custe o que custar. Nem Temer, nem Lula, nem Dima possuem condições mínimas de idoneidade para assumirem o país pelas eleições de 2018. Essa última que teve a capacidade de pensar em instalar o estado de defesa, devia era no mínimo se recolher à sua insignificância e deixar a nossa pátria em paz, mas não o fará. Ela lutou contra a ditadura militar no Brasil. Quanto às ditaduras de Fidel e Maduro, ela sempre adorou. Lula aquele dissimulado sem lado, ou melhor, no lado de interesses próprios, também causa preocupação. Temer que também sempre foi um espertalhão continuará com um olho no peixe e o o outro no gato. Penso que nem o maior vidente do mundo consegue antever o Brasil pós 2018. Senhor general eu sou um dos milhares de testemunhas oculares de História. Nesse sentido, admito que houve abusos em ambos os lados, só que por mal menor nos livramos de de mal muitas vezes maior. O história contemporânea não deixa mentir. Às vezes chego a brincar que a ditadura no Brasil foi a mãe das ditaduras da época no sentido de benevolência, a abertura ampla e irrestrita deixou essa herança maldita. Que Deus nos dê a luz divina em proteção contra o inimigo mais do que provado. O PT atribuiu a sua queda do poder, por não ter FFAA patrióticas, logo, a pátria deles não é esta.

Senhor general, começo meu comentário fazendo uma alusiva reflexão sobre o seriado da globo, "Os dias eram assim". O pouco que consigo ver já é o suficiente para ter náuseas de tanto digerir hipocrisia e ficção tendenciosa no sentido de denegrir o regime militar que vivemos. Sugiro que se mude o nome para: "Os dias eRRam assim", que é os dias de hoje. Quando li o tema, Defesa e segurança da América Latina, pensei logo: o Brasil nunca foi e nunca será Bolivariano se assim o for teremos de mudar nosso idioma para espanhol. Esse embuste que se instalou em terras de Cabral, não tem absolutamente nada haver com a história de Simon Bolívar. Não sou ideólogo e nem partidário de nenhuma ideologia e até penso que esse fanatismo mundial só serviu a interesses escusos de muitos aproveitadores por vezes genocidas. E ainda continua servindo. Na minha visão do lado de fora do poder, vislumbro dias e dias de sofrimento nessa nossa imensa nau sem rumo. Essa briga de apátridas em prejuízo do povo humilde trabalhador, tem de ter fim custe o que custar. Nem Temer, nem Lula, nem Dima possuem condições mínimas de idoneidade para assumirem o país pelas eleições de 2018. Essa última que teve a capacidade de pensar em instalar o estado de defesa, devia era no mínimo se recolher à sua insignificância e deixar a nossa pátria em paz, mas não o fará. Ela lutou contra a ditadura militar no Brasil. Quanto às ditaduras de Fidel e Maduro, ela sempre adorou. Lula aquele dissimulado sem lado, ou melhor, no lado de interesses próprios, também causa preocupação. Temer que também sempre foi um espertalhão continuará com um olho no peixe e o o outro no gato. Penso que nem o maior vidente do mundo consegue antever o Brasil pós 2018. Senhor general eu sou um dos milhares de testemunhas oculares de História. Nesse sentido, admito que houve abusos em ambos os lados, só que por mal menor nos livramos de de mal muitas vezes maior. O história contemporânea não deixa mentir. Às vezes chego a brincar que a ditadura no Brasil foi a mãe das ditaduras da época no sentido de benevolência, a abertura ampla e irrestrita deixou essa herança maldita. Que Deus nos dê a luz divina em proteção contra o inimigo mais do que provado. O PT atribuiu a sua queda do poder, por não ter FFAA patrióticas, logo, a pátria deles não é esta.
Visitantes - Rafael Oliveira Silva em Terça, 08 Agosto 2017 16:44

Ola
Sou Rafael Oliveira 26 anos de Uberlândia MG
já trabalhei em oficina mecânica naval e muitas outros trabalha-os, aprendi conceitos de motores e motores de partida.
Na primeira e segunda guerra podemos confirmar que a tecnologia de motores sempre foi muito importante assim gostaria de sugerir modificação em tecnologia de motor elétricos
vou explicar o conceito físico para que todos possam entender,
o motor elétrico utiliza 50% de força eletromagnética (elétrica), alem desta força elétrica que é convertida em eletroímã usa 50% de imas em qualquer motor elétrico,
usando esse mesmo conceito e construir um motor que usa força mecânica derivado somente de imas, ou seja 50% imas empurrando +50% de imas assim se tiverem devidamente posicionados os imas irão empurrar um ao outro perpetuamente de forma giratória dentro do motor sem a necessidade de corrente elétrica esta modificação seria um motor magnético.
minha sugestão é criar um ou dois pequenos motores do tamanho de um torpedo por exemplo para que possa ser testado como fonte de energia para submarinos por exemplo deixando ele muito mais espaçosos e silencioso ao mesmo tempo ilimitado usando não mais conceito eletro-diesel mas somente propulsão magnética.
Se conseguirmos montar um motor parecido com elétrico que não consome energia mudará a história e revolucionará o consumismo energético,
desta maneira espero eu poder ser um dia reconhecido pelo meus esforços com alguma condecoração.
Já tentei contatar órgão de pesquisa e desenvolvimento, também contato na marinha entre muitos outras maneiras para demonstrar um principio que já existe já usamos
34-99780-3860 telefone
obrigado

Ola Sou Rafael Oliveira 26 anos de Uberlândia MG já trabalhei em oficina mecânica naval e muitas outros trabalha-os, aprendi conceitos de motores e motores de partida. Na primeira e segunda guerra podemos confirmar que a tecnologia de motores sempre foi muito importante assim gostaria de sugerir modificação em tecnologia de motor elétricos vou explicar o conceito físico para que todos possam entender, o motor elétrico utiliza 50% de força eletromagnética (elétrica), alem desta força elétrica que é convertida em eletroímã usa 50% de imas em qualquer motor elétrico, usando esse mesmo conceito e construir um motor que usa força mecânica derivado somente de imas, ou seja 50% imas empurrando +50% de imas assim se tiverem devidamente posicionados os imas irão empurrar um ao outro perpetuamente de forma giratória dentro do motor sem a necessidade de corrente elétrica esta modificação seria um motor magnético. minha sugestão é criar um ou dois pequenos motores do tamanho de um torpedo por exemplo para que possa ser testado como fonte de energia para submarinos por exemplo deixando ele muito mais espaçosos e silencioso ao mesmo tempo ilimitado usando não mais conceito eletro-diesel mas somente propulsão magnética. Se conseguirmos montar um motor parecido com elétrico que não consome energia mudará a história e revolucionará o consumismo energético, desta maneira espero eu poder ser um dia reconhecido pelo meus esforços com alguma condecoração. Já tentei contatar órgão de pesquisa e desenvolvimento, também contato na marinha entre muitos outras maneiras para demonstrar um principio que já existe já usamos 34-99780-3860 telefone obrigado
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Terça, 26 Setembro 2017

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